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Jéssica Anitelli: Volúpia

by - segunda-feira, junho 24, 2013

Sinopse:
Sabe quando aquela mulher te faz ficar de quatro por ela? Faz com que você a deseje mais que qualquer coisa nesse mundo? Eu não sabia até conhecer Clara. Ela é linda e todos os homens que passam por ela precisam pelo menos parar para contemplar sua beleza, mas eles não sabem como ela é entre quatro paredes. Eu sim!
Seu sorriso doce e gentil passa longe nessa hora, dando lugar para olhares lascivos, toques luxuriosos e movimentos carregados de volúpia. O mesmo olhar sedutor que ela usa no tango é posto sobre mim, o que só me faz querê-la inteiramente.


Convido vocês a conhecerem esse mundo onde a luxúria e volúpia não têm limites.







Prontos para conhecerem o mundo de Volúpia? Prepare-se, pois as emoções serão extremamente fortes.



Vou contar um pouco de como surgiu a ideia para esse livro. Tudo começou quando minha grande amiga Mizu me mandou o videoclipe da música Haru Haru da boy band sul-coreana Big Bang. Se não me engano, isso deve fazer uns 3 anos. Eu assisti ao vídeo e me apaixonei de imediato e prometi a mim mesma que um dia escreveria uma história de amor tão linda e marcante quanto a retratada do vídeo. No entanto, eu como leitora não gosto de ler romances água com açúcar e por isso guardei essa ideia por algum tempo.
Acerca de um ano atrás, fiquei viciada nos contos eróticos do Marcelinho, sim do Marcelinho kkkk, e foi aí que me veio a ideia de transformar a minha história romântica em erótica. Eis que as primeiras linhas de Volúpia começaram a ser escritas.
Eu sabia desde o início que meu livro seria narrado por um homem e não demorou muito para o meu protagonista Enzo ser criado. Sabia também que seu par romântico chamaria Clara.

As primeiras páginas de Volúpia foram escritas na sexta-feira antes do dia dos pais quando eu estava na casa do meu. Passei o fim de semana lá e várias ideia vieram até mim, tanto que escrevi até o capítulo 6 em dois dias.
Preciso confessar que não foi uma tarefa fácil escrever como homem. Por mais que eu tenha maior afinidade com personagens masculinos, é complicado pensar como um, ainda mais quando se escreve uma cena de sexo. Durante o processo, abordei amigas minhas lésbicas e fiz perguntas nada discretas, por exemplo: "Qual a sensação de pegar em um seio?" kkkkkk. Sabe como é, precisei perguntar hehe.
Mas depois a narração começou a fluir melhor e hoje prefiro mil vezes narrar como homem do que como mulher.
Volúpia foi escrito em 27 dias. Nesses dias eu não comi e nem dormi direito, pois só queria chegar ao fim da obra. Por mais que eu soubesse o que aconteceria no final, uma ansiedade me dominava e não me fazia parar de escrever.
Aprendi muito na criação dessa obra, desde tango (passei madrugadas vendo vídeos no You Tube) a os efeitos que as drogas, como maconha e cocaína, causam no organismo.
Eu me apaixonei por esse livro, ele me marcou profundamente e espero que os leitores gostem da mesma forma arrebatadora que eu.


O erótico em Volúpia


As cenas eróticas são tão intensas que deixaram até a autora aqui com vergonha por causa das descrições kkkk. Assim como as demais pesquisas, também pesquisei sobre sexo e posições. Quem me ajudou muito nisso foi o mangá Futarih. Eu já o lia antes de começar a escrever e ele foi essencial para que as cenas de sexo não caíssem na monotonia. Eu queria algo diferente, lugares diferentes e ações diferentes hehe.
Tudo é descrito do começo ao fim e nos mínimos detalhes. Quero ver a mulherada corar durante a leitura





Enredo

Como disse anteriormente, Volúpia é narrado por um homem. Enzo é um rapaz de 18 anos com uma vida bem perturbada por problemas familiares e envolvimento com drogas. Enzo não tem objetivos na vida e só deseja esquecer sua vidinha de merda afundando-se ainda mais em vícios. Contudo, eis que surge Clara, uma moça de 21 anos que mudará a vida de Enzo completamente.



Diferencial

Com um pouco do enredo contado acima, pode-se perceber que Volúpia foge dos padrões atuais de livros eróticos. Primeiro porque é narrado por um homem e segundo que as personagens principais não seguem geralmente o estereótipo proposto, como um homem rico e mais velho do que a mulher. Acabei invertendo os papéis, tornando esse livro erótico mais jovem do que os demais do gênero. Fiz isso porque achei mais a minha cara, meu estilo.







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5 comentários

  1. Nossa, nunca ouvi falar deste livro, mas confesso que me deixou muito curiosa!
    Narrado por um homem? Era tudo o que precisávamos, rs.
    Ótimo post!
    Beijos,
    http://addictiononbooks.blogspot.com.br/

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  2. Adorei o post!
    Beijocas
    doprefacioaoepilogo.blogspot.com.br

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